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Fundada por Machado de Assis, homem preto e um dos maiores escritores da língua portuguesa, a Academia Brasileira de Letras raramente abrigou escritores afrodescendentes em seus quadros. O preconceituoso território acadêmico sempre procurou desvalorizar o conhecimento vindo da África. E para quem conseguia mostrar talento, restava o “embranquecimento” pela história. De Lima Barreto a Conceição Evaristo, vários foram os “nãos”. Mas a resistência atua por frestas e esses grandes nomes se tornaram imortais pelo seu talento, amplificado pela rejeição.

 

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Modelo: Márcio Martins

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